Sábado, 20 de Março de 2010

Quem vai ao rito paulino e não está mergulhado no espírito anarquista da modernidade, apercebe-se de uma realidade simples: a revolução conciliar arrancou à Igreja a capacidade de crer que a liturgia tem - e deve continuar a ter - uma regra necessária ao rigor, e um rigor necessário aos resultados. Sem isto, tudo é vão; sem isto, tudo é espelho do que não devemos ser. E é o dever que deve inspirar o querer no bom sentido.



publicado por Afonso Miguel às 19:51 | link do post | comentar

1 comentário:
De António Bastos a 23 de Março de 2010 às 00:56
Como te compreendo, meu caro. São vários os aspectos que me desgradam na Missa onde vou habitualmente. Sem esse rigor que muito oportunamente referes não há conversão, mas o esbater de noções essenciais da doutrina.


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