Terça-feira, 17 de Novembro de 2009

A queda do muro de Berlim não representou o fim do socialismo. Foi a derrota de uma concretização específica da ideologia de massas ateísta, materialista, policial e inimiga de Deus. Um ideologia que subsiste sob as mais diversas capas, mas que se vai uniformizando num conjunto de valores transversais aos estados da UE. E é confrangedor ver a autoproclamada "direita política" alinhar coniventemente neste jogo de ilusões que, após vinte anos, continua a ensinar as suas versões oficiais da história, em proveito próprio. Superstições que se resumem à vitória sobre um qualquer papão: o comunista, o nacional-socialista, o fascista. São, não raras vezes, reduções estupidificantes do passado, que não nos deixam compreender, propositadamente, que realidades eram essas, a fim de abraçarmos uma nova utopia de justiça e de paz que bebe das mesmíssimas ideias. No fundo, um Ingsoc que não difere muito da Eurasia, mas que engana os liberais mais distraídos.



publicado por Afonso Miguel às 21:14 | link do post | comentar

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