Sábado, 17 de Outubro de 2009

Passaram ontem 31 anos da eleição de João Paulo II. Reinou 26, mergulhando a Igreja numa exposição mediática sem precedentes, a que muitos chamaram de estratégia de sobrevivência. Durante esse período, despojou-a de quase todos os sinais e símbolos tradicionais da orgânica eclesial, e concedeu à liturgia espaço para regressar a um estado primitivo, anárquico, protestante e, por vezes, ridiculamente sacrílego, em nome da abertura ao folclore do mundo. Neste campo, fez uma péssima catequese, quer em casa quer nas deslocações internacionais que realizou: tolerou e incentivou manifestações pagãs durante a Missa, quando não se limitou a beijar o Alcorão. Aproximou os jovens da religiosidade descomprometida do "Cristo amigo" e de uma espiritualidade pouco ou nada esclarecida, sentimentalista e que o idolatra como um santo que atingiu o nirvana. Propagou o espírito modernista.

 

Será, um dia, lembrado como o Papa que estabilizou a revolução.



publicado por Afonso Miguel às 15:22 | link do post | comentar

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