Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Monsenhor Domenico Bartolucci dispensa grandes apresentações. É uma das colunas da resistência à queda do edifício eclesial, especialmente no que respeita à degradação, adulteração ou simples substituição da música sacra. Celebrizado enquanto mestre-escola da Capela Sistina e repetidamente homenageado por Bento XVI, dá uma entrevista brilhante, lúcida (tem 92 anos) e sem papas na língua onde, entre outras coisas, revela nunca ter deixado de celebrar o Rito Tradicional e fala sobre a "evolução" do canto litúrgico (com criticas a Solesmes).

 

Para ler na integra no Fratres in Unum (a tradução para português do Brasil é péssima mas lê-se; ver aqui o original).



publicado por Afonso Miguel às 01:01 | link do post | comentar

6 comentários:
De João C. a 19 de Agosto de 2009 às 16:45

Grande entrevista!

Afonso, um abraço grande e um bem-haja!

Avé, Maria Santíssima!


De Afonso Miguel a 19 de Agosto de 2009 às 16:50
De facto, excelente! De uma lucidez impressionante e uma grande clareza de ideias em relação à tradição litúrgica.

Um abraço meu caro.


De João C. a 19 de Agosto de 2009 às 16:54

Impressionate mesmo, a lucidez e a clareza com que se exprime!

Houvesse muitos como ele!

Enfim, para a nossa Pátria, resta-me confiar (embora nunca percebesse muito bem como, no panorama actual da "coisa") na promessa de Nossa Senhora, no início do "famoso"  Terceiro Segredo:

"Em Portugal, conservar-se-á sempre o dogma da Fé..."

Um abraço amigo!



De Afonso Miguel a 19 de Agosto de 2009 às 17:02
Há-de conservar-se a Fé, ainda que apenas no coração de alguns e ainda que também esses sejam fracos. Se a promessa de Nossa Senhora implicasse que a comunidade não perdesse nunca a Fé na sua constituição política, já há muito que estaria revogada, ainda antes de ter aparecido aos pastorinhos...


De João C. a 19 de Agosto de 2009 às 17:30
Numa visão de sociedade, quantos e quantos já perderam a Fé? Ou apenas mantêm crenças pessoais?

Até o clero português se esconde em eufemismos e discursos ambíuos para não ter conflitos!

Que falta fazia um acto público, ccom todos os Bispos de Portugal, de reparação e de confiar a nossa Pátria à Mãe do Céu, rainha de Portugal, pedindo-lhe protecção contra os infiéis e todos os inimigos da Igreja de Cristo.

Talvez assim este país se livrasse de, um dia, pertencer a um continente ateu ou, talvez pior ainda, islâmico!

Deus guarde Portugal!

Santa Maria nos livre e proteja a Sua e nossa terra!


De Lui´d a 22 de Agosto de 2009 às 01:16
Li  a entrevista em português no site que refere e digo-lhe que a mesma está muito boa.


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