Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

... afirmar que não existe uma verdade absoluta e que isso é, em si, uma verdade absoluta que abrange com tolerância todos os absolutismos presentes no conjunto, impondo-lhes uma relativização que a tudo padroniza pela ausência de um critério moral que, reconhecido na Lei transcendente, fosse reflectido na constituição política da comunidade e assim servisse de medida ao homem. O "homem-medida", que é a perda daquela transcendência do encontro com o Outro, é a encarnação da autodestruição do relativismo que, por sê-la, há-de autodestruir-se.



publicado por Afonso Miguel às 21:31 | link do post | comentar

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