Quarta-feira, 1 de Abril de 2009
Aqui, aqui e aqui.

(e não, isto não é mentira...)


publicado por Afonso Miguel às 19:09 | link do post | comentar

14 comentários:
De Diogo a 1 de Abril de 2009 às 20:04
Os interlocutores que conseguem escrever duas frases seguidas ficam a escrever em blogues com os quais têm pouco a ver, encobertos pelo anonimato e, pior, sem tomar uma posição definida. Diz ao que vens e porque vens e talvez mereças respeito (meu) mesmo que contigo não concorde. Ou és apenas um ilusionista cobardolas? Tenta ser construtivo(a) ou o acne e as hormonas não o permitem?


De Anónimo a 1 de Abril de 2009 às 22:43
"O nacionalismo está acima de qualquer ideologia. O nacionalismo é a rendição à verdade nacional. Foi o que fizeram os bravos da primeira geração integralista: reconheceram a matriz básica, a coluna da lusitanidade. Nela viram a solução na catarse necessária, no reencontro com as raízes que sustentam e dão seiva ao tronco português, assente na sua forma soberana original que é único garante da continuidade da nossa alma."

Nuno S.Pereira


De Magdalia a 1 de Abril de 2009 às 22:50
Essa frase não é do padre Nuno, é do antigo autor da Gdr, blog que entretanto encerrou.

Esse anónimo tirou a frase do meu blog, resolvi colocar lá o texto do Gdr.


De Afonso Miguel a 1 de Abril de 2009 às 22:56
Aahahahaha brutal! ahahahahah


De Anónimo a 1 de Abril de 2009 às 23:11
Mas podia ser do Serras não podia ?


De Afonso Miguel a 1 de Abril de 2009 às 23:12
hihihihi fartar de rir


De Anónimo a 1 de Abril de 2009 às 23:13
"Creio que nada mais é preciso dizer sobre a minha vida pública. Quanto à minha próxima morte, espero-a sem jactância, porque nunca é alegre morrer na minha idade, mas sem protestos. Aceite-a Deus Nosso Senhor no que tenha de sacrifício compensador de parte de que na minha vida tive de egoísta e vão. Perdoo com toda a minha alma a quantos me prejudicaram ou ofen­deram, sem nenhuma excepção, e peço que me perdoem todos aqueles a quem devo a reparação de um agravo grande ou pequeno. "

Adivinhem.Vocês é que são os literatos.


De Afonso Miguel a 1 de Abril de 2009 às 23:18
Arriba españa!

só rir.


De Anónimo a 1 de Abril de 2009 às 23:20
Mas foi um bom cristão.Presto-lhe a minha homenagem,embora tão distante politicamente de José António Primo de Rivera.


De Anónimo a 2 de Abril de 2009 às 00:53
Posso ter inimigos, mas não sou inimigo de ninguém. Acho também que nunca tive que perdoar a ninguém, pela simples razão de que nunca cheguei a ficar contra ninguém. Ao longo dos anos, fizeram-me tudo isso que diz a pergunta e muito mais, mas eu nunca fiquei contra as pessoas que assim agiram comigo. Sempre continuei a tratá-las como pessoas, a respeitá-las e a amá-las. Ao mal que me fazem, procuro responder sempre com o bem. Recordo-me, a este propósito, que, depois do 25 de Abril de 74, fui chamado a depor no Tribunal de Extinção da Pide/DGS, onde estava a ser julgado o homem que o Tribunal tinha como o principal responsável pelas minhas duas prisões políticas em Caxias. O colectivo de Juízes fez questão de ouvir o meu depoimento, para, com base nele, poder condená-lo. Pois bem, eu cheguei ao Tribunal, olhei fraternalmente para o senhor Julinho (era assim que o povo da freguesia de Macieira da Lixa o tratava) e pedi de imediato a sua absolvição. Aos meus olhos, o que ele havia feito tinha sido por arrastamento de outros muito mais poderosos e influentes, que habilmente se tinham servido dele contra mim e ficaram sempre na sombra. O colectivo de Juízes ficou manifestamente perplexo com as minhas palavras, para não dizer, em estado de choque, mas teve que mandar em paz o acusado. Devo dizer, igualmente, que os meus braços de homem padre estão sempre abertos para abraçar todas as pessoas, inclusive, aquelas que me tenham feito mal, ou ainda venham a fazer. Acontece, porém, que, muitas vezes, as pessoas que me fazem mal não conseguem depois aceitar o abraço que lhes quero dar. Continuam a detestar-me. Prefeririam, se calhar, que eu as odiasse também a elas. Creio que até me detestam ainda mais por eu, ao ódio delas, responder com respeito e amor. Mas é assim que sou. Sem ter que fazer um esforço por aí além. Sou assim por natureza e também pela graça a que procuro estar permanentemente aberto. Acho que é assim que todos nós, mulheres e homens, haveremos de ser, se quisermos ser verdadeiramente humanos. Ao mal que nos façam, havemos de responder só com o bem. O nosso mundo será então de muito mais paz.

Padre Mário,de Macieira da Lixa


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